terça-feira, 14 de março de 2017

RELATO DE ATIVIDADE: PETGEO NO 8M BRASIL

No dia 08 de março de 2017, o Grupo  PETGEO-IM/UFRRJ  foi representado pelas bolsistas Beatriz Maravalhas e Thayná Cagnin no evento realizado pelas mulheres do curso de História da UFRJ - "Mulheres que não são de Atenas".  O evento teve grande participação de estudantes e professores e abordou temáticas como: a violência contra a mulher e subjetividade, a redefinição de estupro nas Américas, e a discussão sobre "Mulheres negras e a violência na literatura" realizado pela professora convidada Fernanda Felisberto(UFRRJ).

A mesa teve participação de docentes do curso de História da UFRJ que falaram sobre a necessidade que sentiram de realizar a discussão junto com o coletivo de estudantes Maria Bonita, para mostrar que a luta não é só das estudantes e sim de todo o curso. Além disso, a cultura do machismo está presente em todas as classes universitárias, inclusive dentro do corpo docente.

Após a mesa, as componentes do coletivo Maria Bonita, nos convidaram para a atividade que iriam realizar junto as calouras e calouros que estavam tendo a semana de integração delxs nesse período. Durante a atividade buscamos anotar e desenvolver algumas ideias que iremos levar para a integração que acontecerá no curso de Geografia da UFRRJ para os alunos de  2017.2, já que além de bolsistas no Grupo PETGEO-IM/UFRRJ, também somos parte do Coletivo GEOGRAFIA: CULTURA, EXISTÊNCIA E COTIDIANO, que vem trabalhando as questões de gênero durante as reuniões semanais.

No final do dia, junto com outras estudantes e docentes da UFRRJ, incluindo a nossa tutora do PETGEO-IM/UFRRJ, Anita Loureiro, fomos ao Ato das mulheres contra as reformas da previdência e trabalhistas. Nesse dia, não queremos flores, queremos companhia para luta.

Esse 08 de março se tornou  um dia histórico para os nossos calendários de luta. Há 100 anos atrás ocorria a Revolução Russa, um marco revolucionário para a classe trabalhadora e principalmente para as mulheres. Para esse mesmo dia, na busca por um feminismo a qual todas mulheres e suas pautas únicas fossem contempladas, foi organizado mundialmente manifestações para esse marcante dia. Segundo dados do 8M Brasil, foram mais de 370 localidades de 48 países a aderirem o movimento de Greve Internacional das mulheres.

"Se nossas vidas não importam, que produzam sem nós" e com essas palavras de ordem, o movimento espelhado nas mobilizações do Women's March, uma marcha que reuniu milhares de pessoas contra o conservadorismo do atual Presidente Donald Trump nos EUA e também no movimento Ni Una Menos, que luta pelo fim do feminicídio na América Latina, reuniu multidões reivindicando os direitos das mulheres e em destaque especial a pauta sobre a reforma da previdência proposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer.

Tal proposta prevê um aumento no tempo da contribuição e uma equiparação da idade mínima para aposentadoria entre homens e mulheres. Atitude esta, que além de prejudicar toda a classe trabalhadora tem em sua raiz um pensamento de cunho machista, não considerando a dupla ou até tripla jornada de trabalho a qual a maioria das mulheres estão inseridas. Não considerando as tarefas domésticas e o cuidado com a prole como um trabalho. Este que na maioria das vezes na nossa sociedade patriarcal, fica sob responsabilidade apenas das mulheres. As mulheres também pararam reivindicando o fim do feminicídio, o fim da reforma do Ensino Médio, que prevê a retirada de matérias fundamentais para a elaboração de um pensamento crítico, como história e geografia da grade curricular.

Paramos para exigir que o direito os direitos humanos em todas as latitudes seja comprido. Que todas as mulheres possam sair as ruas sem ter a incerteza sobre a volta para suas casas. Que o direito a liberdade e escolha sobre as atitudes em relação aos seus corpos sejam respeitados. Luta-se pela equidade!
E no dia 8 de março mulheres, no Centro do Rio de Janeiro e no mundo inteiro gritaram: "BASTA! Não mais. Que essa Luta se perpetue.
Foto: CUT Rio de Janeiro


Por: Beatriz Maravalhas e Thayná Cagnin - Bolsistas do Grupo PETGEO-IM/UFRRJ.


Mais informações:

Link do Manifesto das organizadoras da Greve Internacial das Mulheres:
https://www.8mbrasil.com/copia-convocacao

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

CINEPET GEO

Bora debater direito à cidade e reforma urbana?
Amanhã, 14h, na 205 adm.
Todo apoio aos movimentos populares de luta pela moradia!
"Construímos nossa maloca
Mas um dia, nós nem pode se alembrá
Veio os homis c'as ferramentas
O dono mandô derrubá"

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

PET NA VILA AUTÓDROMO




No dia primeiro (1) de outubro de 2016 o grupo PETGEO-IM\UFRRJ realizou uma visita na Vila Autódromo em Jacarepaguá na cidade do Rio de Janeiro. Com os jogos olímpicos, o discurso da remoção na comunidade tomou uma dimensão mais concreta. A Vila Autódromo deveria ser removida para a construção de equipamentos olímpicos. Frente aos argumentos/planos do poder público municipal, a Vila Autódromo, comunidade organizada e pacífica, uniu forças com diversos movimentos e pessoas para resistir às imposições das remoções. 


Com o passar do tempo e maior resistência por parte da comunidade, as formas de negociação foram ficando cada vez mais truculentas. Então, a Prefeitura abriu um decreto para remoção de 50 famílias, sob o argumento para a realização de obras públicas. Um caso específico ficou bastante marcando entre os moradores, como afirmam as moradoras Sandra e Nathália, um caso de extrema violência cometido pelos Agentes do Grupamento de Operações Especiais da Guarda Municipal. Chegaram na comunidade de manhã, sem nenhum aviso prévio, com a forte intenção de remover à força algumas famílias. Com a resistência dos moradores, muitos ficaram feridos, a repressão foi forte através de cassetetes e gás lacrimogêneo. De uma população estimada em 700 famílias (segundo Sandra), apenas 20 conseguiram permanecer no território. Uma área que não atrapalhava em nada o fomento das olimpíadas, mas que hoje está vazia, especulando ao mercado imobiliário. Em outra parte do que foi a comunidade, construíram um hotel de luxo, em parceria público-privada. Desmataram cerca de 500 árvores durante o processo de remoção na comunidade em uma área da margem da lagoa de Jacarepaguá, com a intenção de “resgatar a flora original”, um paisagismo que custou muito a muitos. Mas a comunidade da Vila Autódromo resistiu e resiste com força, Sandra, Nathália e as outras famílias que conseguiram permanecer levam o legado de uma comunidade forte, ordenada, articulada. Através do Museu das remoções, pretendem não deixar a história da comunidade se apagar. Sandra nos disse que as remoções não removem apenas casas, removem a história da população que ali ocupava, remove a identidade de uma comunidade.


Para isso não acontecer, o Museu das remoções surge com o objetivo de relatar os acontecimentos histórico-geográficos ali ocorridos e mostrar que a identidade de resistência prevaleceu, uma comunidade exemplo para outras que sofrem e sofrerão com o processo das remoções. História essa contada através dos símbolos de luta da Vila Autódromo, em um Museu-território.
Foto: Acervo do Grupo PetGeo-IM/UFRRJ.




Por: Flávia Souza - Bolsista do Grupo PETGEO-IM/UFRRJ.






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Mais informações: FACEBOOK 




segunda-feira, 26 de setembro de 2016

II CINEPET de Setembro: Tatuagem


"Quero ficar no teu corpo feito tatuagem..."

CinePET dia 27.09, terça-feira, às 14h, na 205 adm.




Relato CINEPET: Protagonismo Trans

No dia 15 de setembro de 2016 o Grupo PETGEO-IM/UFRRJ realizou o primeiro CINEPET abordando a temática de gênero e geografia – tema proposto para discussão em todo o mês de setembro – com o filme Protagonismo Trans de Luis Carlos Alencar. O evento teve grande participação de estudantes do curso de Letras do IM/UFRRJ que contribuíram fortemente com o debate após a exibição do documentário.

O filme aborda as experiências de vida de um grupo de transexuais do município de Nova Iguaçu na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro. De empresárias, domésticas a profissionais do sexo, o longa retrata as individualidades de cada uma, desde as relações familiares às relações profissionais e as dificuldades de se conviver em uma sociedade heteronormativa. A priori o que se percebe é que o objetivo do filme é discutir as problemáticas de saúde pública específica para esse universo, desde a infraestrutura em sua totalidade até o descaso de atendimento social e psicológico.

A falta de aceitação do próprio corpo é um problema que atinge todas as escalas da atual sociedade, contudo, além da dificuldade de se enquadrar aos moldes de beleza e moda propostos pelo pensamento hegemônico e dominante que ditam como uma pessoa deve ser e agir, essas mulheres sofrem com a falta de aceitação de um corpo que não confere com seus devidos gêneros. Em busca do tão sonhado corpo desejado/correto muitas mulheres transexuais passam por procedimentos cirúrgicos de alto risco como a utilização de silicone industrial no próprio corpo, o que pode levar a morte ou deixar graves sequelas para toda a vida.

Há de se entender o porque de alguém se sujeitar a passar por experiências físicas e psicológicas tão desgastantes quando uma fila de espera para procedimentos de mudança de sexo no Sistema Único de Saúde (SUS) se alongam por mais de 10 anos. Além da problemática de saúde pública podemos observar no documentário a dificuldade dessas mulheres em permanecer nas escolas, alcançar bons empregos e acessar as universidades.

O desprezo da população somado ao preconceito a essas mulheres causam uma evasão das escolas e quando rejeitadas dos empregos “formais” elas acabam ocupando os empregos cansativos e mal remunerados como domésticas, manicures e a prostituição. A consequência deste processo deixou um estigma de que essas mulheres estão sempre ligadas a ações não bem-vistas pela “família tradicional brasileira”.

Após a exibição do documentário os participantes se reuniram em roda e trocaram ótimas ideias sobre o filme e experiências pessoais de cada um, discutindo exemplos de violência transfóbica que apareceram na mídia recentemente, como o caso da transexual agredida fisicamente na Zona Oeste do Rio de Janeiro há algumas semanas. Ao fim consideramos o resultado muito satisfatório já que todos – ou a maioria – saiu daquela sala com um senso de reflexão mais apurado e realizando o exercício de se colocar no lugar do outro.



Por: Yago Anjos - Bolsista do Grupo PETGEO-IM/UFRRJ. 

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

PET-DEBATES: Geografia do gênero: do (não) lugar de travestis e outros abjetos na cidade" - Pedro MacDowell

No dia 06 de setembro o Grupo PETGEO-UFRRJ/IM realizou a leitura e debate do texto "Geografia de gênero: do (não) lugar de travestis e outros abjetos na cidadade" de Pedro MacDowell, iniciando as leituras de Geografia de Gênero propostas para o mês de setembro.

O texto supracitado aborda a questão de gênero e usa como estudo de caso a cidade de Brasília e algumas situações específicas.
O artigo, separado em três partes, começa abordando a espacialidade dos corpos e a corporalidade dos espaços. O autor trata, por exemplo, da diferenciação dos "corpos abjetos", que são dotados de um tipo de vazio, nas palavras do autos: "são inteligíveis, não tem uma existência legítima" (...) "são da ordem do "inóspito" e do inabitável". Nessas primeiras discussões o autor fala da ressignificação dos espaços pelos corpos e também da ressignificação dos corpos pelo espaço, em um tipo de relação dialética. Para nós, o que insurge nesta parte é a relação de empoderamento dos sujeitos em determinados recortes espaciais. Isso significa que nossa leitura é pautada em relações de poder, onde o espaço se transforma em território, segundo leituras passadas, como Souza (2004), por exemplo.

Adiante, ainda nesse primeiro tópico, o autor fala da diferenciação para corpos héteros, por exemplo, que ele chama de "corpos que pesam (importam)", se baseando em Judith Butler (1993). Dentro da análise, nessa perspectiva, o autor aborda, então, os corpos abjetos como não-sujeitos, que situam-se em não-lugares. Dentro da discussão do grupo, na reunião, pensamos as diferentes relações que existem, não só com relação a gênero, mas de tudo que destoa do caráter patriarcal, heteronormativo, eurocêntrico, etc. Essa discussão o autor expõe muito bem no texto, quando fala de homens héteros que profanam palavras de ódio a travestis, mas que os não-sujeitos co-existem nessas relações, caso o homem hétero seja negro, por exemplo. Isso pautado dentro de uma discussão conceitual sociológica, para os padrões da sociedade e dos sujeitos à cima dessa escala de poder. Assim, segundo o autor, "o abjeto não está exclusivamente ligado ao gênero dos corpos, mas a um lugar onde se cruzam muitos referentes que variam histórica e espacialmente".

No tópico dois do seguinte texto, o mesmo aborda a relação dos abjetos com o lugar, compreendendo a existência das especificidades, mas não sendo esse seu objeto de estudo.(inclusive ele indica o autor: Benedetti (2005) e Bento (2006) para tal discussão)
Assim, o autor assume os corpos abjetos, todos eles (transexuais, travestis e transgêneros), como não-sujeitos perante a norma matricial. Desta forma, segundo o autor, não há uma diferenciação pelo senso comum destes (não)sujeitos. Onde a presença desses sujeitos em lugares públicos durante o dia possivelmente irá gerar reações contrarias, enquanto à noite teriam outras perspectivas para os sujeitos, sendo durante esse horário  lugares de encontro e sociabilidade e aos olhos da sociedade hegemônica como lugar "impuro" associando múltiplos  significados ao espaço. Essa ideia também pode ser aprofundada com o conceito de territórios cíclicos (SOUZA 1995).

Em sua terceira parte, se é tratado a violência como elemento presente na vida dos sujeitos considerados como abjetos. A cidade de Brasília, em que se passa a pesquisa, tem o ato de  violência  legitimado em função não apenas do imobiliário, mas também simbólico desses espaços, sendo exercidas como sendo práticas "purificadoras", culpando os ditos corpos abjetos de estarem exercendo o papel de impureza dentro dessa paisagem.


Por fim, a obra de Pedro Lemos MacDoWell nos promove compreensão de como a relação corpo e espaço pode nos revelar situações diversas dentro da sociedade. Essa relação é dialética, como afirma Lefvebre (apud Soja, 1993, 102), "O espaço político e ideológico é permeado pela mesma gramática que constitui os corpos; os espaços são (res)significados pelos corpos que os habitam, e os corpos são (res)significados pelos espaços em que habitam". Podemos compreender, com base em MacDoWell que os corpos carregam valores dentro da sociedade, sendo a mesma estruturada por uma matriz patriarcal, heteronormativa a qual constitui as ideias de corpos válidos e corpos abjetos, onde os corpos abjetos seriam  todos aqueles a qual se diferem dessa matriz. Podemos compreender com a obra o (não)lugar do corpo das travestis em Brasília, onde o autor nos mostra o discurso a qual os corpos desses sujeitos carregam, suas espacialidades, suas corporalidades perante os espaços e as dificuldades enfrentadas cotidianamente nas suas existências. Os corpo travestis perante a sociedade transgridem e por ela são renegados, porém mesmo que não "permitidos", esses corpos (r)existem. 



Por: Grupo PETGEO-UFRRJ/IM

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Resultado da seleção dos novos petianos realizada no dia 02 de agosto de 2016:

Todos os candidatos estão aprovados

1 - Thayná de Oliveira Cagnin Maia (Aprovada como bolsista)
2 - Júlia Ananda de Oliveira Canoza (Colaboradora)
3 - Fernanda Santos de Lima (Colaboradora)
4 - Francine da Silva Santos (Colaboradora)
5 - André Luiz Bezerra Tavares (Colaborador)
6 - Tales Gaspar de Mattos (Colaborador)
7 - Queila Romualdo da Silva (Colaboradora)
8 - Leonardo Aragão Sousa (Participação voluntária)
9 - Tainá Gomes de Araujo (Participação Voluntária)

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Comunicado:
Em função da decretação de feriado municipal no próximo dia 03 de agosto pela Prefeitura Municipal de Nova Iguaçu, por virtude da passagem da tocha olímpica pela cidade, estamos suspendendo as aulas previstas para esse dia, bem como as atividades administrativas do IM-UFRRJ.
SENDO ASSIM, AS ENTREVISTAS DO PROCESSO DE SELEÇÃO DE DISCENTES PARA O GRUPO PET-GEO/IM UFRRJ OCORRERÃO NO DIA 02/08, TERÇA-FEIRA NO HORÁRIO ENTRE 13h E 16h.
Grupo PET-GEOGRAFIA/IM

Evento de Lançamento do livro


terça-feira, 12 de julho de 2016

SELEÇÃO PARA NOVOS PETIANOS 2016

EDITAL DE SELEÇÃO PARA NOVOS PETIANOS (BOLSISTA E COLABORARES)

Cronograma
  
Etapas da seleção
Datas/prazos e locais
 Inscrição
De 08 a 29 de julho de 2016 – no horário das 10h às 12h e das 14h às 16h, na sala 209 Bloco Administrativo - Secretaria da Coordenação do Curso de Geografia / Departamento de Geografia DEGEO – Instituto Multidisciplinar da UFRRJ, situado na Av. Governador Roberto Silveira s/n – CEP: 26020-740 – Centro - Nova Iguaçu – Rio de Janeiro.
Verificação e análise dos documentos
01 de agosto de 2016
Entrevista
(remarcada em função do feriado municipal)
02 de agosto de 2016 – no horário das 13h às 16h – sala 205 do Bloco Administrativo do Instituto Multidisciplinar da UFRRJ
Divulgação do Resultado
02 de agosto de 2016 às 18h – Mural da Secretaria da Coordenação de Geografia próximo à sala 209 do Bloco Administrativo do Instituto Multidisciplinar e no blog do PET-GEO:                          http://geo-pet.blogspot.com.br
Assinatura do Termo de Compromisso e Início das atividades no grupo
04 de agosto de 2016, às 12h na sala 205 – Bloco Administrativo – Instituto Multidisciplinar – UFRRJ.


 Outras informações disponíveis em
http://r1.ufrrj.br/graduacao/paginas/home.php?id=PET >

Ficha de inscrição disponível em
< https://www.facebook.com/groups/1581958752130770/1651979238462054/ >

Proposta do PETGEO disponível em
< https://www.facebook.com/groups/1581958752130770/1651978845128760/ >

Edital de seleção 2016 disponível em
< https://www.facebook.com/groups/1581958752130770/1651977371795574/ >